Novidades (varias) sobre livros

Leitor de ebooks da Amazon Neste momento misturo leituras sobre Historia e Economia internacional para citar num texto, com um romance de Kundera (em versão espanhola), acho que é o primeiro romance que ele escreveu, ainda com Praga sob a ditadura pró sovietica daqueles anos que pareciam sem fim e de repente buummm caiu tudo. Mas a maior parte de meus tempos de leitura eu passo no computador. Ou lendo textos que baixei, que recebi ou que abro diretamente na Net. Há pouco abri no blog da NY Review of Books uma postagem sobre um preso político iraniano, depois de ter passado em sites de futebol e jornais de atualidade de varios países. Já nem lembro quando comprei um jornal em papel pela ultima vez. Antes de meter aqui esta postagem, passei em sites de tecnologia para ver informações sobre um equipamento que me interessa cada vez mais. É o ebook reader ou leitor de livros eletronicos. Podem armazenar milhares de títulos e, a medio prazo, vão ser verdadeiras bibliotecas portateis. O problema no curto prazo é que só têm textos que cairam no dominio publico, ou seja, nada de novas edições. Mas revistas e jornais têm com fartura. Semana passada foi anunciada a comercialização em cem países (incluindo o Brasil) do Kindle, da Amazon, com wireless e capacidade para 1.500 livros. Preço previsto com base no mercado norte-americano: $279. A Amazon coloca para venda em ebooks mais de cem mil títulos com preços unitarios entre 6 e 12 $US. Em dezembro a Sony vai iniciar a comercialização de um leitor eletronico com wireless e tamanho adaptado a jornais. Custará nos USA $399. Quando houver acordo sobre edições recentes vai ser uma maravilha, que se pode levar para qualquer lado, mudar facilmente de texto, alem de que reduzirá o espaço ocupado por estantes e diminui o abate de árvores.  O Daily Edition da Sony Frei Betto publicou mais uma de suas obras literarias, desta vez o livro de contos "Aquario negro", que me enviou e foi entregue em minha casa esta manhã pelo mensageiro da editora (Agir). Ambientado numa cidade imaginária tipicamente mineira, diz a contracapa. Obrigado Betto.
Escrito por Jonuel Gonçalves às 22h01
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